sábado, 5 de setembro de 2009

Entendendo os Ciclos de Deus: chaves para crescer e ser abençoado

Tomo a liberdade de transcrever abaixo um resumo de alguns capítulos do excelente livro "Os Ciclos de Deus", de Robert Reidler, publicado recentemente pela Editora Ministério Ágape Reconciliação. Fiz isso porque creio que estamos vivendo o tempo da restauração das raízes bíblicas da igreja cristã e esse texto nos traz tremendas revelações sobre o calendário de Deus, as festas bíblicas e os "tempos de encontro" com Deus. Uma excelente leitura. Recomendo que adquiram o livro no site da editora.


OS CICLOS DE DEUS
Chaves para crescer e ser abençoado


Deus está levantando um povo profético! Ele está nos chamando para sermos como os filhos de Issacar, homens e mulheres que sejam destros na ciência dos tempos (I Cr. 12:32). Deus quer que entendamos seus tempos para não perdermos as oportunidades que se abrem para nós. Ele quer nos alinhar com seus ciclos de vida para que prosperemos em todas as épocas!

No ciclo natural da vida, diferentes épocas se sucedem, umas às outras. Há épocas de crescimento; outros são períodos de descanso; e outras ainda são épocas de guerra. A vida é uma série de mudanças – um processo de ir do velho para o novo – do chronos (o curso normal do tempo) ao kairós (o tempo oportuno, estratégico, ou o tempo de agora). Há tempos de crescimento, de mudanças, de avivamento. A vida é como uma corrente, com elos interligados. Não compreendendo isso, nossa tendência é desprezar os tempos chronos de preparo, semeadura, crença e perseverança... Não estamos perdendo ou gastando tempo, nós o estamos investindo. E, se agirmos com fé, a mudança ocorrerá.

Quando um tempo de desolação ou seca termina e um novo período de promessa se inicia, esses são os tempos de agora que Deus tem para nós. Em Daniel 9:1-2, vemos um exemplo bíblico em que um período de desolação chega ao fim e um período de cumprimento profético inicia-se. Estando Daniel a ler, de repente entendeu que havia uma profecia, dada muitos anos atrás, e que agora era o tempo em que ela seria cumprida.

Tal como Daniel, nós também precisamos entender a sequência dos tempos de Deus. Temos que saber quando é o tempo de sairmos da nossa desolação e adentrarmos uma nova etapa em nossa vida.

O inimigo tem o maior prazer em interromper o plano de Deus em qualquer uma dessas etapas para que assim o nosso destino não se cumpra. Seu prazer é que percamos o nosso kairós, a oportunidade que o Senhor tem para cada uma das etapas em nossa vida.

Todos nós passamos por um período de deserto, estabelecido por Deus, que é necessário para deixarmos uma etapa e prosseguirmos para a seguinte. Entretanto, podemos prolongar esse período de deserto. Os israelitas foram feitos cativos no seu tempo de deserto por causa da descrença e dureza de coração, ao passo que Jesus resistiu ao diabo em seu tempo de deserto e saiu dele cheio de poder.

A escolha é nossa! Como romper a estratégia de desolação do inimigo e entrar no plano de prosperidade de Deus? Um dos pontos mais importantes é colocar a nossa vida em alinhamento com o ciclo da vida estabelecido por Deus. A Bíblia ensina que Deus opera através de ciclos para abortar o plano do inimigo e estabelecer os propósitos graciosos que Ele tem para a nossa vida.

Vemos em I Crônicas 12:32 que os filhos de Issacar eram homens “destros na ciência dos tempos para saberem o que Israel devia fazer”! Esse é o chamado de Deus para todos nós! Quando entendemos os tempos, adquirimos uma percepção interior que nos levará a prosperar. Aprendemos a por em ordem a nossa vida e seguir adiante para cumprir o nosso destino.

Aprendi a prestar muita atenção ao calendário de Deus. Muitos não compreendem que Deus tem um calendário! Mas ele está escrito – em detalhes – na Bíblia. Ao alinharmos a nossa vida com o calendário de Deus, ficaremos em condições de reconhecer as épocas e os tempos que o Senhor estabeleceu para separarmos para Ele. O calendário bíblico de Deus é a chave para caminharmos na unção de Issacar.

À medida que formos estudando o calendário de Deus, descobriremos que Ele marcou conosco uma série de “tempos de encontro”, a cada ano. Esses tempo de encontro formam o ciclo anual da vida, que tem o propósito de nos levar – ano após ano – a sermos cada vez mais abençoados!

ENTENDENDO OS CICLOS DE DEUS
Êxodo 23:14-17

Um ciclo é algo que dá voltas e segue para um destino. O universo está cheio de ciclos.

Alguns são ciclos de destruição. No universo há muitos ciclos desse tipo. Na natureza há furacões, por exemplo. Outros ciclos de destruição são ciclos de vícios, de pobreza, de descrença e de derrota.

Um clássico exemplo de um ciclo de destruição é encontrado no livro de Juízes. Nele encontramos a nação de Israel presa no ciclo do pecado, mais ou menos assim:

O povo se rebela contra Deus...
Deus permite que seus inimigos apareçam e os oprimam...
O povo arrepende-se e volta-se outra vez para Deus...
Deus levanta um libertador para salvá-los do inimigo...
Com a quebra da opressão, logo eles se rebelam de novo.

No livro de Juízes, o povo passa por esse ciclo sete vezes!

Conheço muitas pessoas que hoje em dia vivem nesse mesmo ciclo. Temos ministrado homens e mulheres que buscam a Deus de todo o coração... contudo estão numa prisão! Mas quando são libertados, rapidamente caem de novo no velho ciclo do pecado.

Satanás trabalha com diversos ciclos de destruição em toda a nossa vida. Ele quer nos prender dentro de ciclos que nos desviem do plano de Deus e nos mantenham derrotados.

A boa notícia é que Deus também atua através de ciclos. Há ciclos que revelam a bondade e o poder de Deus!

No reino natural, há ciclos de plantar e colher. Quando você semeia em boa terra, você colherá muito mais do que semeou. O resultado é multiplicação e crescimento.

Deus usa ciclos para nos elevar a novos níveis de suas bênçãos e provisões. Em Jericó Deus colocou Israel num ciclo de vitória. Deus quer colocar você em ciclos de bênçãos, de amadurecimento e de crescimento. Ele tem hoje para você um ciclo de vitórias. Ele quer que você rompa o ciclo satânico de destruição, e entre no ciclo de bênçãos!

Nas Escrituras, alguns ciclos muito importantes foram estabelecidos por Deus para o seu povo. Esses ciclos têm o propósito de nos levar para mais perto dele, quebrando o poder do inimigo e dando-nos uma revelação cada vez maior de como Ele é bom!

O primeiro desses ciclos é um ciclo semanal, que foi estabelecido por Deus na criação do mundo. Deus nos instruiu para trabalharmos diligentemente por seis dias, e assim, a cada semana, tirarmos o sétimo dia para descanso, para shabatt. Deveria ser um dia especial, um dia separado para descansarmos e alegrarmo-nos com a bondade e as bênçãos do Senhor.

Deus também nos deu um ciclo de vida anual, constituído de uma série de “festas” ou “tempos de encontro”. Estes foram planejados para nos levar, passo a passo, a um caminhar mais profundo com o Senhor, mediante a quebra do poder do inimigo e liberando o poder de Deus em nossa vida.

As Festas Bíblicas fazem parte de um ciclo de vida dados por Deus que, na verdade, constitui um calendário bíblico. Elas não são apenas feriados ou rituais judaicos. Deus as chamou de “tempos de encontro” com Ele! Num sentido bem real, essas festas são “compromissos marcados” com Deus: ocasiões que Ele estabeleceu, ou determinou, para encontrar-se com o seu povo!

O objetivo de Deus foi dar um tratamento espiritual especial ao seu povo em cada um desses encontros. Em conjunto, esses tempos de encontro com Ele formam um ciclo anual com o propósito de levar o povo de Deus a receber bênçãos cada vez maiores. E Ele tem promessas específicas a todos que observarem esses tempos de encontro.

Esses tempos não “morreram”! A Palavra nos diz que esses tempos de encontro são eternos, “para todas as gerações”, e não podem ser mudados. Um dos pecados do anticristo (Dn. 7:25) é que ele “cuidará em mudar os tempos estabelecidos”. Essas festas não são apenas para os judeus. Zacarias promete bênçãos para os gentios que observarem as festas de Deus.

Jesus e seus apóstolos regularmente participavam dessas festas. Ainda, muitos eventos importantes no Novo Testamento ocorreram dentro do contexto das festas:
Jesus foi crucificado na festa da páscoa.
Jesus ressuscitou na festa das primícias(primeiros frutos).
O Espírito desceu durante a festa de pentecostes.

No livro de Atos a Igreja primitiva considerava as festas muito importantes. A Igreja não somente participava desses “tempos de encontro”, mas vemos que até mesmo Paulo planejava o itinerário de suas viagens missionárias levando-os em conta! Atos 20:6-16 nos diz que Paulo navegou, saindo de Filipos, depois dos dias da festa dos Pães Asmos (Páscoa). Paulo levou as festas bíblicas muito a sério. Suas epístolas fazem muitas referências a elas. Mesmo escrevendo para igrejas de gentios, Paulo presumia estar escrevendo para pessoas que celebravam essas festas (I Co. 5:7-8).

Registros da história da Igreja primitiva demonstram que os primeiros crentes celebravam essas festas.

INTRODUÇÃO ÀS FESTAS BÍBLICAS
“Tempos de Encontro” com Deus
Eclesiastes 3:1-6

A Bíblia nos ensina que Deus tem um plano detalhado para a nossa vida. Esse plano inclui importantes tempos, por Ele estabelecidos, através dos quais Ele deseja alcançar certos propósitos para nós.

Alguns são como eventos que ocorrem “uma única vez”. É uma única vez que se nasce e uma única vez que se morre fisicamente.

Outros são “repetitivos”. Ocorrem periodicamente toda vez que se passa por um ciclo. Todo ano novo traz um novo tempo para plantar e um novo tempo para colher.

Alguns desses tempos repetem-se tão regularmente que formam um calendário. O calendário de Deus forma um ciclo anual por Ele planejado para romper a opressão do inimigo e levar-nos a usufruir de um novo modo as bênçãos de Deus a cada ano.

São três os principais “tempos de encontro” com Deus, por Ele estabelecidos no seu calendário. Êxodo 23:14-17 os descreve da seguinte forma:

Três vezes por ano vocês me celebrarão festa...
· Celebrem a festa dos pães sem fermento... (da Páscoa, celebrada no início do outono do Brasil: março ou abril)
· Celebrem a festa da colheita dos primeiros frutos... (de Pentecostes, celebrada no final do outono: maio ou junho)
· Celebrem a festa do encerramento da colheita... (dos Tabernáculos, celebrada na primavera: em setembro ou outubro)
Três vezes por ano todos os homens devem comparecer diante do Senhor, o Soberano.

A Festa da Páscoa dá início ao calendário bíblico. Ela marca o primeiro mês do ciclo da redenção de Deus. É na verdade um agrupamento de três festas relacionadas entre si, que são a páscoa, pães asmos e a dedicação dos primogênitos.

A Páscoa representa a remissão do pecado e a purificação da impureza, que são sempre os primeiros passos para nos aproximarmos de Deus! Temos de estar “cobertos pelo sangue” de um sacrifício de expiação e lavados de toda impureza para podermos entrar na presença de Deus.

A Festa dos Pentecostes ocorre no terceiro mês. É uma tríplice celebração de agradecimento a Deus por suas bênçãos através da colheita (a provisão física de Deus), da Palavra (a entrega da Torá no Monte Sinai) e do Espírito Santo (o derramar do seu poder em Atos 2).

O Pentecostes é a celebração da provisão de Deus para nós. A festa da colheita do trigo representa a provisão física. A entrega da Torá representa a provisão da revelação dada por Deus. Torah significa “ensinamento de Deus”. Deus não nos deixou no escuro. Ele revelou o seu coração e a sua natureza através da sua Palavra. O derramar do Espírito completa a provisão de Deus através do derramar do seu poder. No Pentecostes celebramos toda a experiência da abundância de Deus. Depois do Pentecostes vem um longo intervalo, até a chegada da Festa dos Tabernáculos. Tabernáculos é a celebração da Glória de Deus. Representa a alegria de habitar na presença Deus.

A Festa dos Tabernáculos é celebrada no sétimo mês e é um agrupamento de três eventos relacionados: a Festa das Trombetas, o Dia da Expiação e a Festa dos Tabernáculos.

É interessante que as três festas correspondem aos três átrios no Tabernáculo de Moisés. O Tabernáculo pode ser representado pelo seguinte diagrama:

ATRIO EXTERNO: Foco na Redenção e na Purificação.
LUGAR SANTO: Foco na Abundante Provisão.
(VÉU)
SANTO DOS SANTOS: Foco em Habitando na Glória de Deus.

No átrio externo do Tabernáculo acha-se o altar de bronze para o sacrifício, e o propiciatório de ouro. O átrio externo era o lugar da redenção e purificação. Antes de se aproximar de Deus, os pecados tinham que ser cobertos, e as impurezas, purificadas.

No átrio interno, ou Lugar Santo, era a celebração da provisão de Deus. A mesa do pão da proposição era um reconhecimento da abundante provisão de Deus para as nossas necessidades físicas. O candelabro (menorah) de sete lâmpadas representava a provisão do Espírito Santo, liberando luz à nossa vida, e o altar de incensos representava o acesso a Deus através da oração.

Em seguida aos dois primeiros átrios havia uma barreira: o véu. O véu era uma cortina bem grossa que separava do povo o átrio interior. Somente o sumo sacerdote podia ultrapassar esse véu, e isso somente uma vez por ano. Naquele dia, após um cuidadoso preparo, o sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos, passando pelo véu.

O Santo dos Santos era o lugar onde a glória de Deus habitava em meio ao seu povo. Ali é que Deus manifestava a sua presença de uma maneira tangível, liberando bênçãos para a terra.

Esse ciclo de “tempos de encontro” com Deus foi planejado para nos transportar, a partir do átrio externo, passando por todos os estágios de preparo, para finalmente entrarmos na incrível experiência da glória de Deus.

Por que isso é importante? Porque viver no mundo é como estarmos descendo numa escada rolante, rodeados por tentações e influências que procuram afastar-nos de Deus! Se não nos esforçarmos, com toda a nossa disposição, para dele nos aproximarmos, a tendência natural é nos distanciarmos de Deus cada vez mais.

Os “tempos de encontro” com Deus tiveram o propósito de nos colocar numa escada rolante, mas subindo! A cada ano eles nos fazem passar pelos passos que nos levam para mais perto de Deus.

Interessante, ainda, é que o ciclo de festas anuais é também uma representação da história da Igreja.

A páscoa representa o ministério de Jesus. Seu ministério na terra trouxe redenção e purificação, e assim a humanidade pôde entrar na presença de Deus. Ele pagou o preço da nossa redenção na Páscoa, morrendo como o perfeito Cordeiro pascal.

O Pentecostes representa a Igreja primitiva, que teve início com o derramar do Espírito Santo no dia de Pentecostes. Em seus primeiros séculos, a Igreja teve a provisão e o poder de Deus liberados com abundância. Então veio a idade das trevas. Nesse período a Igreja perdeu muitos dos maravilhosos tesouros que Jesus lhe havia dado, e transformou-se numa organização política, com muita corrupção, com pouca evidência do poder espiritual que Deus tinha pretendido para ela.

Após a Idade das Trevas, o Espírito Santo iniciou um processo de restauração na Igreja, o qual ainda não terminou. Deus está agora preparando a sua noiva para o seu retorno. Ele está trabalhando para restaurar tudo que foi perdido, para que a Igreja dos últimos dias seja refulgente com a sua Glória quando Ele voltar.

Creio que a festa mais importante para a Igreja nos dias à nossa frente é a festa dos Tabernáculos. A Igreja dos últimos dias experimentará a presença de Deus como nunca antes, e manifestará a glória de Deus na terra.

O ciclo anual das festas não objetiva somente aproximar-nos de Deus; visa ainda “romper” a opressão do inimigo.

Creio que esse ciclo tem o propósito de nos dar uma nova experiência de libertação, a cada ano. Muitos princípios-chave de libertação fazem parte da celebração dessas festas. Para aqueles que delas participarem, não como rituais, mas como momentos de um real encontro com Deus, o resultado será que se libertarão, cada vez mais, de toda opressão de Satanás!

O ciclo anual de festas é também um roteiro para alcançarmos o avivamento. O sétimo mês do calendário bíblico começa com uma contagem regressiva de quinze dias para nos conduzir à presença de Deus. Sendo assim, o sétimo mês nos leva a quatro passos-chave para o avivamento, a cada ano.

Esses passos são:

A Festa da Trombetas – Um “Toque de despertar” de Deus! “Toquem as trombetas em Sião; dêem o alarme no meu santo monte” (Joel 2:1).

Os Dias de Temor – Um tempo de buscarmos a Deus e permitir que Ele revele qualquer obstáculo em nossa vida. “Então me invocareis, passareis a orar a mim e eu vos ouvirei. Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração” (Jr. 29:12-13).

O Dia da Expiação – Um tempo de confessar todo pecado de que se tenha conhecimento e remover os obstáculos à nossa vida vitoriosa. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar e nos purificar de toda injustiça” (I João 1:9).

A Festa dos Tabernáculos – Uma alegre celebração da Glória de Deus. “Tendo Salomão acabado de orar... a glória do Senhor encheu a casa. Os sacerdotes não podiam entrar... porque a glória do Senhor tinha enchido a Casa do Senhor” (2 Cr. 7:1-2).

Esses tempos festivos foram determinados por Deus para nos levar anualmente a uma experiência de avivamento.

Com referência a esses “tempos de encontro” com Deus, temos um problema. Sabemos tudo sobre nossos feriados tradicionais, como festejar o Dia da Independência, aniversários, a passagem de ano etc. Esses dias fazem parte da nossa cultura e da nossa vida. Mas, com respeito aos “tempos de encontro” com Deus, somos ignorantes. Não compreendemos esses tempos que Deus estabeleceu para ter um encontro conosco!

Não sabemos o que são os “tempos de encontro” com Deus! Não sabemos quando eles ocorrem! Muitos de nós não têm a mínima idéia de como celebrar esses tempos de forma a alcançar os propósitos de Deus!

Por isso devemos ver esses “tempo de encontro” com Deus não como rituais legalistas, não como um novo grupo de dias festivos, e não como celebrações “judaicas” tradicionais, mas como compromissos que temos, marcados com Deus!

Robert D. Heidler: Ciclos de Deus – Celebrando as Festas Bíblicas, SP: Editora Ministério Ágape Reconciliação, 2007.

2 comentários:

Donald Dolmus disse...

Dios le bendiga

Reciba por este medio un cordial saludo desde Managua, capital de Nicaragua.

Me he puesto de seguidor de su blog.

¡Maranatha!

Danilo Fernandes disse...

Ola Fidelis!

Estou passeando na net para conhecer blogs cristãos, saber o que o povo está buscando e falando... E para divulgar meu blog, o Genizah.

Muito legal o trabalho que vocês fazem aqui! Parabéns.

Vou seguir vocês e espero pela oportunidade daquela troca de irmão em Cristo aqui ou no meu blog, se você me der a honra e prazer da visita.

Genizah é um blog de apologética cristã com uma boa dose de humor. Nosso time é formado por escritores, pastores, humoristas e chargistas cristãos.

Espero que goste. Paz e Bem!

Danilo